Os departamentos de RH desempenham um papel crucial na facilitação da entrega e implementação eficaz de programas de aprendizado de inglês no local de trabalho, e, portanto, devem tomar decisões informadas sobre como esses programas serão estruturados. Este artigo explica por que um consultor pode ser a resposta para as preces do seu departamento de RH!
Investimentos em Aprendizado de Inglês no Local de Trabalho
A maioria das grandes empresas em todo o mundo não falante de inglês investe grandes quantidades de tempo e dinheiro em cursos de inglês para seus funcionários. Graças à necessidade inesgotável de investimento nesse tipo de treinamento, o mercado oferece um número impressionante (e quase igualmente inesgotável) de opções.
Opções de cursos de inglês
- Aqueles ministrados em escolas de idiomas tradicionais, presenciais e no local;
- Plataformas online de todos os tipos ou um bom e velho professor particular que vai até o escritório ou a casa do aluno conforme necessário.
Cada curso utilizará diferentes metodologias, sistemas de ensino e meios de avaliação.
Curiosamente, é raro encontrar uma grande empresa que veja seu investimento em treinamento de idiomas como central para o crescimento do negócio. Reconhece-se que o aprendizado de inglês no local de trabalho é importante, mas ainda é frequentemente considerado algo "bom de ter" em vez de algo necessário. Essa mentalidade cria ambientes menos que ideais para funcionários que precisam de treinamento em inglês para melhorar seu desempenho e eficácia geral no trabalho.
Os departamentos de RH estão falhando em atingir o objetivo?
Até hoje, uma estratégia comum usada pelo departamento de RH, geralmente encarregado de lidar com o ‘problema’ da baixa proficiência em inglês entre os funcionários, tem sido fornecer um auxílio financeiro aos candidatos merecedores/qualificados para ajudar a pagar um curso de inglês em uma escola aprovada.
Esse tipo de pensamento preguiçoso pode parecer bom no papel, mas a longo prazo a maioria das empresas descobriu que é um investimento desperdiçado. É a lista de escolas ‘aprovadas’ e o método usado para compilá-la que melhor ilustram esse problema.
As empresas acabam com cinco ou seis escolas – às vezes mais – que nominalmente oferecem o mesmo serviço, ou seja, ensino de idiomas. Mas isso não é comparar maçãs com maçãs, pois há muitas variáveis a serem consideradas, sendo o preço do curso a menos importante.
Quais são as perguntas a considerar?
No meio da pressa de uma empresa para ‘aprovar’ um curso, os departamentos de RH têm algumas perguntas importantes a considerar, como:

Como o aluno é avaliado e com que frequência?
Quais são nossas expectativas?
Posso comparar os resultados da Escola A com o Provedor Online B, Escola B e Escola C?
Deixar de fazer essas perguntas cria uma grande variação nos resultados e, na ausência de parâmetros objetivos, ninguém dentro da empresa sabe como levar seus funcionários ao nível de inglês exigido.
O resultado é que muito tempo e dinheiro são desperdiçados tentando encontrar o curso certo, pelo preço certo pelos serviços prestados e com os resultados desejados. É um processo desmoralizante e sisifiano.
Pesquise. Elimine dúvidas!

Consultorias para o resgate!
Uma solução ideal para esse cenário inútil pode ser encontrada na forma de consultorias especializadas na gestão de programas de treinamento de idiomas.
As consultorias têm como objetivo:
- Organizar os projetos de seus clientes
- Trazer níveis de padronização
- Implementar uma visão estratégica do projeto geral de idiomas
- Otimizar recursos e;
- Garantir um retorno sobre investimento em tempo hábil.
Além disso, os consultores gerenciam estrategicamente os programas de inglês no local de trabalho, devolvendo ao departamento de RH da empresa o tempo para se concentrar em suas verdadeiras áreas de especialização.
Um profissional de recursos humanos poderá interagir com o consultor para analisar seus relatórios e tomar decisões estratégicas e informadas com mais facilidade.
Que direção um consultor pode tomar?
Os consultores começam seu trabalho mapeando o nível de inglês dos funcionários que farão o curso. Isso geralmente envolve testes escritos e entrevistas presenciais, com avaliação baseada na escala de seis níveis do Quadro Europeu Comum de Referência (CEFR).
Ao mesmo tempo, eles selecionam provedores de cursos de alta qualidade e credibilidade para esses candidatos, eliminando desperdícios e melhorando o Retorno sobre Investimento (RoI).
Coleta de dados
É responsabilidade do consultor realizar uma análise dos currículos dos cursos oferecidos pelas escolas selecionadas.
Com essas informações, eles podem aplicar um ajuste na escala de níveis para que todos os cursos sejam reportados a um padrão unificado. Isso permite que o RH compare o progresso e a evolução do aprendizado em todos os cursos aprovados. Além disso, garante um nível de controle de qualidade e continuidade que, de outra forma, estaria ausente.
Finalmente, um bom consultor fará uma análise das necessidades de aprendizado de inglês de cada funcionário.
Esses dados são baseados nos resultados iniciais dos testes individuais e ajudam a orientar a escolha do melhor curso. Também determinam quanto tempo o funcionário precisará fazer o curso para atingir o nível desejado e quanto a empresa investirá em cada pessoa.
Suba ao topo da pirâmide!

Controle do projeto pelo RH
Usadas em conjunto, essas medidas colocam todo o projeto de idiomas sob o controle total do departamento de RH, que pode então definir o início, a duração e a conclusão do programa.
O RH também pode determinar as etapas intermediárias do plano de ação, incluindo o monitoramento do progresso dos participantes, como se espera em qualquer projeto realizado pela empresa.
Para constar, em nossa longa experiência, empresas que adotaram essa estratégia experimentaram reduções substanciais nos custos com treinamento de inglês no local de trabalho. Além disso, também observaram uma melhoria significativa nos resultados gerais!
Quer saber mais sobre como otimizar soluções corporativas de treinamento de inglês no local de trabalho para sua empresa? Fique à vontade para entrar em contato!
Escrito por:
Ricardo Hilgenberg – Diretor Nacional, E2Language Brasil
Colin David – Diretor de Desenvolvimento de Negócios, E2Language